Lembramos do Egito

“Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos. Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos” (Números 11:5,6)

O povo havia acabado de ser liberto de séculos de escravidão, seus olhos haviam contemplado as pragas que o Senhor Deus enviara como sinal de que Ele era maior do que os deuses do Egito, seus pés haviam atravessado o Mar Vermelho em terra seca e seus corações haviam se atemorizado com a presença sobrenatural de Deus no Sinai.

Mas após andar alguns dias no deserto o coração do povo se voltou ao Egito, Deus estava lhes concedendo a liberdade, mas seu desejo era retornar para a escravidão.

Desprezaram o sustento de Deus, o Seu cuidado, o maná e a terra que o próprio Senhor havia lhes prometido.

Quantas vezes não agimos da mesma maneira? Fomos resgatados com mão forte do Egito, contemplamos as maravilhas de Deus e, diante da promessa do Senhor de que a nossa Canaã Celestial nos espera, simplesmente olhamos para trás e nos lembramos das cebolas, dos alhos e dos peixes do Egito.

Quantas vezes não trocamos a promessa eterna por coisas desprezíveis? Por amigos, por popularidade secular, por ideologias e filosofias humanas, por status, enfim, será mesmo que as coisas deste mundo são tão valiosas a ponto de desejá-las mais do que as promessas eternas?

Hey, aquela geração que murmurou contra Deus e desejou voltar ao Egito jamais desfrutou da promessa feita pelo Senhor. E, ao tratar do paralelo entre o povo de Israel e nós, o escritor aos Hebreus nos alerta para não fazermos o mesmo e não endurecermos os nossos corações a Deus.

O Egito não é melhor do que a Nova Jerusalém, lembre-se disso. Que Deus lhe abençoe e até amanhã em mais um #LittleDevocional.

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